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A história que relatamos neste site, iniciou no dia 24 de Janeiro de 2004, quando procuramos o Pronto Socorro do Hospital Brasilia em busca de socorro médico, tanto no Pronto Socorro como no leito do apartamento 212 do proprio Hospital Brasilia, minha esposa Rosemari foi abandonada em meio aos rescursos tecnologicos e ao calor humano dos profissionais médicos que nos atenderam.Estão correndo nas estacias competente processos civil, criminal e de ética junto ao Conselho Regional de Medicina do DF, nós sabemos que estes processos são demoradados e desgastantes, no entanto não podemos calar. Tudo que relatamos são fatos verídicos comprovados por meio dos proprios prontuários médicos, exames e testemunhas.Não vamos mudar o mundo, mas com esta atitude, procuramos evitar que outros casos semelhantes ocorram e que as vítimas possam tambem se expressar, com isso estaremos colaborando com a propria medicina, no aperfeiçoamento de protocolos médicos e das responsabilidades que os profiisionais médicos e as instituições de saúde tem, nas quais nós depositamos a vida sob seus cuidados.A falta de empenho do médico é um dos fatores que levam a omissão, veja:
CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Excelentíssimo senhor presidente, Considerando a relevância do sistema suplementar de saúde que hoje atende cerca de 34 milhões de brasileiros; Considerando que as empresas desse sistema interferem na relação médico-paciente, freqüentemente negando procedimentos e colocando a saúde dos usuários em risco; Considerando que os honorários dos médicos encontram-se congelados há oito anos, apesar de nesse período as mensalidades dos planos e seguros de saúde terem sido reajustadas acima a inflação; Considerando os graves prejuízos enfrentados pelos usuários frente a essa situação; A classe médica vem a público, primeiramente, reiterar apreço e manifestar apoio às sugestões do excelentíssimo senhor ministro da Saúde, dr. Humberto Costa, feitas recentemente em São Paulo, relativas à busca de soluções para esse setor da saúde, por meio do Fórum de Saúde Suplementar. Na oportunidade, apresentamos também à Vossa Excelência as propostas da classe médica para a solução desses problemas: 1 - Estabelecimento da livre escolha de profissionais médicos por parte dos usuários dos planos e seguros de saúde, independentemente de credenciamento prévio. 2 - Regulamentação das relações entre os prestadores de serviços (médicos, hospitais e clínicas) e as empresas contratantes, com definição clara das responsabilidades de cada um. 3 - Utilização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos como referência para todos os atos médicos a serem cobertos pelos planos e seguros de saúde, permitindo também que os usuários tenham acesso aos novos procedimentos oriundos do avanço tecnológico. 4 - Garantia de que os médicos tenham seus honorários atualizados sempre que as operadoras obtiverem autorização para reajustar o valor de seus planos. 5 - Desburocratização do sistema, por meio da implantação de formulários unificados. 6 - Definição clara, por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, dos procedimentos médicos que necessitam de autorização prévia. Aguardando manifestação de Vossa Excelência, colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários. São Paulo, 11 de novembro de 2003 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA CONFEDERAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA |
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